18 de agosto de 2017



Sei que uma coisa não implica outra, mas cedi meu precioso assento no ônibus pra uma senhora e ela se ofereceu pra segurar a mochila de um cara aleatório que tava por ali, e não a minha. Agora estou tristola (triste + pistola). Ela quebrou a norma fundamental de onde tiram fundamento todas as outras normas éticas de quem anda de ônibus. Estamos de volta ao estado de natureza.

@Todo dia Felipe Santos contando uma história diferente no transporte público


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